No último domingo, 30 de março de 2025, a região de Tonga, localizada no Pacífico Sul, foi atingida por um terremoto de magnitude 7,1, gerando um alerta de tsunami que afeta áreas circunvizinhas. O epicentro do tremor foi identificado a 90 quilômetros a sudeste de Pangai, a uma profundidade de 10 quilômetros, conforme informações do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Este alerta implica que ondas perigosas podem atingir costas em um raio de 300 quilômetros do epicentro, englobando Niue e Tonga.
Ainda não há relatos de danos ou feridos, mas as autoridades locais estão atentas e monitoram a situação de perto, adotando medidas preventivas para a segurança da população costeira. Os residentes foram aconselhados a se manterem alertas devido ao potencial risco gerado pelo tsunami.
A região de Tonga é uma das mais ativas em termos sísmicos do planeta, resultado da interação entre as placas tectônicas do Pacífico e da Austrália. A área é caracterizada por uma zona de subducção, onde uma placa se move sob a outra, causando frequentemente terremotos significativos. Nos últimos tempos, o Pacífico Sul registrou intensas atividades sísmicas, o que evidencia a contínua volatilidade geológica da área.
Recentemente, a atividade sísmica não se restringiu a Tonga. Na última sexta-feira, um terremoto de magnitude 7,7 devastou Mianmar, resultando em mais de 1.700 mortes e 3.400 feridos. Esse evento também afetou áreas na Tailândia e na China, ilustrando que a intensidade da atividade sísmica global está em ascensão.
Enquanto as autoridades em Tonga se preparam para possíveis consequências do terremoto e do alerta de tsunami, a comunidade internacional monitora o evento com grande atenção, uma vez que a segurança das populações costeiras permanece como prioridade máxima.