Luan Guilherme de Jesus Vieira, conhecido como o "Rei da América" em 2017, enfrenta um momento delicado em sua carreira, ao não atuar em campo desde março de 2024. Aos 31 anos, Luan considera a possibilidade de se aposentar do futebol, um passo surpreendente para alguém que já foi uma das estrelas do Grêmio e da seleção brasileira.
Com um histórico brilhante, Luan foi fundamental na conquista da CONMEBOL Libertadores, além de lançar sua carreira ao reconhecimento global ao ajudar o Brasil a conquistar a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. No Grêmio, ele conquistou a Copa do Brasil e o Campeonato Gaúcho, solidificando sua imagem de ídolo durante seu auge. No entanto, sua transferência para o Corinthians em 2019 parece ter desencadeado um declínio em sua trajetória, onde ele participou de apenas 78 partidas, marcando nove gols.
Após rescindir seu contrato com o Vitória em abril de 2024, Luan está sem clube e, segundo informações, recebeu propostas de várias equipes das Séries A, B e C do Campeonato Brasileiro. Apesar das oportunidades, a decisão de continuar no futebol ainda é incerta. A pressão para manter o nível que o consagrou em sua juventude se tornou um fardo para o jogador.
Com a proximidade da temporada de contratações de 2025, o ex-Rei da América precisa tomar uma decisão crítica sobre seu futuro. Até o momento, ele demonstra preferência por clubes que participam do Campeonato Paulista e da Série A. Nomes como Mirassol e Novorizontino aparecem como alternativas contempladas, mas a incerteza sobre sua continuidade no esporte permanece latente, levando Luan a avaliar o caminho da aposentadoria.
A trajetória de Luan destaca não apenas os altos e baixos do mundo do futebol, mas também a complexidade emocional que envolve a decisão de continuar ou não nesse universo competitivo. A mudança de uma carreira repleta de conquistas para refletir sobre a aposentadoria é um reflexo dos desafios que muitos atletas enfrentam ao longo de suas vidas esportivas.