No dia 23 de março de 2025, o Premier chinês Li Qiang alertou sobre a crescente instabilidade que afeta a economia global durante o Fórum de Desenvolvimento da China, realizado em Pequim. Essa declaração surge em um contexto delicado, com tensões geopolíticas elevadas e flutuações nos preços de petróleo e gás natural, fatores que têm contribuído para um ambiente instável.
Li Qiang, o número dois do governo chinês, fez o alerta em um discurso direcionado a importantes CEOs estrangeiros, incluindo figuras notáveis como Tim Cook, da Apple, e Cristiano Amon, da Qualcomm, além do senador republicano Steve Daines, que marcou a primeira visita de um político dos EUA à China desde a posse de Donald Trump em janeiro.
Durante sua fala, Li enfatizou a necessidade de abrir os mercados como uma medida para combater as incertezas que permeiam a economia internacional. Ele afirmou: "Hoje, em um mundo cada vez mais fragmentado com instabilidade e incerteza crescentes, é mais necessário que os países abram seus mercados e empresas... para resistir riscos e desafios." A China busca atrair investimentos estrangeiros, especialmente em resposta às tarifas impostas pelos EUA, que aumentaram as importações chinesas em cerca de 20%.
A advertência do Premier serve como um claro aviso para investidores, indicando que a diversificação de portfólios é crucial em períodos de incerteza. Considerando a volatilidade nas commodities e as tensões geopolíticas, os investidores devem estar preparados para um mercado instável. Pelo seu lado, a China se compromete a implementar políticas que visam estabilizar sua economia e incentivar a atração de capital externo.
As consequências dessa mensagem ecoam em um cenário global que continua a lidar com complexidades econômicas. À medida que líderes e investidores se reúnem em fóruns como este, as conversas sobre a necessidade de cooperação e adaptação se tornam mais urgentes, refletindo as realidades desafiadoras que o mundo enfrenta. O apelo de Li Qiang para um comércio mais aberto sugere que a resposta à instabilidade econômica pode depender não apenas das políticas internas, mas também do compromisso global em favorecer relações comerciais mais sólidas e resistentes.