Em Cajamar, na Grande São Paulo, um crime chocante abalou a comunidade local. Maicol Antonio Sales dos Santos, de 20 anos, confessou o assassinato da adolescente Vitória Regina de Sousa, de apenas 17 anos. O heinous crime ocorreu em fevereiro de 2025, e desde então, detalhes perturbadores começaram a emergir.
De acordo com Maicol, ele agiu sozinho. Em sua confissão, o jovem disse que ofereceu uma carona a Vitória, que o conhecia da vizinhança. Durante uma discussão dentro do veículo, ele a atacou com uma faca, resultando em ferimentos fatais no pescoço e no peito da vítima. O corpo de Vitória foi encontrado em uma área de mata no dia 5 de março, apresentando sinais de tortura que indicavam a brutalidade do crime.
A polícia, mediante a crescente evidência, iniciou uma investigação detalhada. Provas indicam que Maicol estava obcecado por Vitória, monitorando sua rotina desde 2024. Em suas ações, ele comprou um capuz pela internet, e utilizou ferramentas como pá e enxada, que foram reconhecidas pelo padrasto do suspeito. Além disso, a análise do celular de Maicol revelou uma coleção de fotos de Vitória e de outras mulheres com características semelhantes, o que reforça a tese de uma obsessão.
A defesa de Maicol, no entanto, levantou questões sobre a legalidade de sua confissão, alegando que ele poderia ter sido coagiado a confessar. Isso levantou uma série de debates sobre a admissibilidade da confissão em tribunal.
A reação da família de Vitória foi de incredulidade. Eles não acreditam que Maicol tenha atuado sozinho e clamam por uma reconstituição do crime para esclarecer todos os detalhes. Enquanto a investigação prossegue, a polícia está analisando evidências de DNA e imagens de câmeras de segurança para obter uma visão mais clara do que realmente aconteceu naquela noite fatídica.
Como parte do processo, Maicol será submetido a um exame criminológico para avaliar sua conduta e possíveis motivações. O caso continua a repercutir na comunidade, que busca justiça para a jovem Vitória e respostas para um crime que parece ter raízes mais profundas nas questões emocionais e psicológicas do acusado.