A Liga das Nações da UEFA atingiu uma fase decisiva em março de 2025, com partidas cruciais que moldarão os grupos das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Com 54 seleções europeias envolvidas, incluindo gigantes como Alemanha, Itália, Holanda, Espanha, Dinamarca e Portugal, os jogos têm um impacto significativo na definição dos grupos e, por consequência, no futuro das seleções na principal competição internacional de futebol.
Os resultados dos confrontos mais recentes, como o embate entre Alemanha e Itália, além das disputas entre Holanda e Espanha, assim como Dinamarca e Portugal, são fundamentais para a construção das Eliminatórias, que vão ocorrer entre março e novembro de 2025. A repescagem, programada para março de 2026, servirá como uma última oportunidade para que equipes se assegurem em uma das 16 vagas disponíveis para a Copa do Mundo, que será realizada em locais icônicos como Estados Unidos, Canadá e México.
As Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 estão intimamente ligadas ao desempenho na Liga das Nações. Como as eliminações e a passagem para as fases seguintes são determinadas por resultados diretos, o pano de fundo da competição europeia influencia diretamente as classificações. Por exemplo, o resultado do confronto Alemanha x Itália definirá qual equipe cai no Grupo A, enquanto a perdedora fica posicionada no Grupo I. A mesma regra aplica-se aos vencedores e perdedores de outras chaves, como no caso de Espanha e Holanda, onde o resultado vai refletir-se nos grupos E e G, respectivamente.
Os grupos das Eliminatórias para a Copa do Mundo já estão tomando forma, com alguns detalhes como:
Observando o modelo da Liga das Nações, o Brasil poderia extrair lições valiosas, especialmente no que diz respeito à estrutura competitiva. A competição europeia apresenta um esquema bem organizado que promove jogos regulares entre seleções, aumentando a competitividade e a preparação para torneios internacionais. Implementar uma estrutura semelhante na América do Sul poderia beneficiar o Brasil e as demais seleções, criando um ambiente mais dinâmico e desafiador.
A criação de um sistema de repescagem, como já existe nas eliminatórias europeias, pode se mostrar eficaz para garantir mais oportunidades às equipes que não se classificam diretamente. Isso mantém a emoção e o interesse ao longo do campeonato, instigando as seleções a buscarem seus espaços até o final do processo eliminatório.
Com o cenário atual da Liga das Nações, é perceptível a importância de um torneio que não apenas determine qual seleção estará na Copa do Mundo, mas que também eleve a qualidade do futebol praticado nas seleções nacionais, proporcionando um aprendizado constante. Resta ao Brasil observar, adaptar-se e eventualmente incorporar elementos desse modelo na sua própria dinâmica de competição.