No domingo, 23 de março de 2025, o Barradão foi o cenário da aguardada decisão do Campeonato Baiano, onde Vitória e Bahia se enfrentaram com ânimos acirrados. O Bahia, após vencer a partida de ida por 2 a 0, precisava apenas de um empate para garantir o título, enquanto o Vitória buscava a vitória para levar a decisão aos pênaltis.
A escalação das duas equipes trouxe novidades relevantes. O Vitória, sob o comando de Thiago Carpini, alinhou Lucas Arcanjo no gol, com uma defesa composta por Cáceres, Neris, Lucas Halter e Jamerson. No meio-campo, Baralhas, Ricardo Ryller, Ronald e Matheuzinho formaram a espinha dorsal, enquanto Wellington Rato e Janderson encarregaram-se do ataque. Por sua vez, o Bahia, liderado por Rogério Ceni, apresentou Marcos Felipe no gol e uma defesa com Gabriel Xavier, Kanu, Ramos Mingo e Luciano Juba. O meio-campo foi responsabilidade de Caio Alexandre, Jean Lucas e Everton Ribeiro, enquanto Ademir e Willian José se tornaram referências no ataque.
A presença de Matheuzinho foi considerada um fator decisivo para o Vitória. Após seis jogos fora de combate, sua função como organizador de jogadas era vital para mudar a dinâmica do confronto. Os torcedores aguardavam que suas habilidades contribuíssem para surpreender o adversário. Ademir, por sua vez, recuperado de um incômodo muscular, também se mostrava essencial. Sua volta à titularidade reforçava a linha ofensiva do Bahia, que havia sentido sua falta nas partidas anteriores.
No entanto, o Bahia enfrentava desafios com a ausência de Santiago Arias e Lucho Rodríguez, que foram convocados para suas seleções. Para suprir essas ausências, Gabriel Xavier e Willian José foram os escolhidos para entrar em campo, trazendo uma nova dinâmica ao time. Por outro lado, o Vitória se apoiava em uma estatística alentadora: uma invencibilidade de cinco anos sobre o clássico rival Bahia, um fator que poderia motivar ainda mais os jogadores na busca pelo bicampeonato.
A final do Baianão prometia ser emocionante, com ambas as equipes dando tudo de si em busca do título. A presença de Matheuzinho e Ademir era crucial não apenas para as estratégias das duas equipes, mas também para inflamar as paixões da torcida, que aguardava ansiosamente pelo desfecho do campeonato estadual de 2025. Com tantos elementos em jogo, o resultado se tornaria um marco importante na história das competições baianas.