A FIFA anunciou na última sexta-feira, 21 de março, a exclusão do Club León, do México, do Mundial de Clubes 2025, uma decisão que impacta diretamente o Flamengo, que estava no mesmo grupo que o clube mexicano, ao lado de Chelsea e Espérance de Tunis. A razão para essa exclusão se baseia na norma que proíbe a participação de mais de um clube sob a mesma propriedade no torneio. Tanto o León quanto o Pachuca, também do México, pertencem ao mesmo grupo empresarial, liderado pelo empresário Jesús Martínez Patiño.
A decisão da FIFA foi baseada na conclusão de uma investigação que determinou que nem o Pachuca nem o León estavam em conformidade com os critérios de propriedade multiclube estipulados no regulamento do Mundial de Clubes. Assim, apenas um dos dois clubes poderia ter a chance de participar do evento, resultando na exclusão do León. Com isso, o Pachuca continuará na competição, integrado ao Grupo H, que também conta com o Real Madrid, Al-Hilal e RB Salzburg.
Em resposta à decisão, o Grupo Pachuca manifestou sua insatisfação e declarou que recorrerá até as últimas instâncias. "Estamos inconformados com a decisão e apelaremos até a última instância e no tribunal desportivo mais alto. Temos todas as evidências e documentações que comprovam nossa independência administrativa e desportiva", afirmou o grupo em comunicado oficial.
Enquanto isso, a FIFA ainda não anunciou quem ocupará a vaga deixada pelo León no Mundial de Clubes. As especulações indicam que um substituto deve ser escolhido entre clubes da confederação das Américas Central e do Norte, sendo o América do México, sob o comando do técnico André Jardine, um dos principais candidatos devido ao seu ranking na Concacaf.
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