Ednaldo Rodrigues será o único candidato na eleição para a presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que ocorrerá na próxima segunda-feira, 24 de março. Com o apoio unânime das 27 federações estaduais e de 26 clubes das Séries A e B, sua reeleição está praticamente garantida. O novo mandato de Ednaldo terá início em março de 2026 e se estenderá até março de 2030.
Intitulada "Por um Futebol Mais Inclusivo e Sem Discriminação de Qualquer Natureza", a chapa de Ednaldo tem como foco promover a inclusão social no esporte e combater práticas discriminatórias. A eleição da CBF segue um processo rigoroso e estabelecido pela Fifa, Conmebol e pelo próprio estatuto da CBF. Ednaldo ressalta que o processo eleitoral foi democrático e contou com significativas subscrições das federações e clubes, o que denota apoio ao seu projeto de gestão.
A falta de suporte das federações estaduais foi um dos principais motivos que levaram Ronaldo Nazário a retirar sua candidatura, abrindo espaço para Ednaldo assumir novamente a liderança da entidade. A chapa de Ednaldo conta com oito vice-presidentes, entre eles Ricardo Nonato Macedo de Lima e Reinaldo Rocha Carneiro Bastos, que proporcionarão uma base forte para sua administração.
O apoio expressivo que Ednaldo recebe, com 13 clubes da Série A e outros 13 da Série B apoiando sua candidatura, solidifica sua posição como uma escolha unânime para o cargo. Durante seu novo mandato, ele pretende focar no crescimento do futebol brasileiro, promovendo ações voltadas para a inclusão e a luta contra o racismo. A CBF já implementou medidas para aplicar sanções a atos discriminatórios, alinhando-se às diretrizes da Fifa e mostrando que o futebol pode ser uma ferramenta poderosa para combater a discriminação em todas as suas formas.
Ednaldo Rodrigues, reeleito, manterá o compromisso de liderar a CBF com um foco em inclusão, unidade e desenvolvimento do futebol no Brasil. A expectativa é que seu novo mandato traga melhorias significativas e duradouras para o cenário esportivo, assegurando que o futebol seja um espaço donde todos possam participar sem discriminação.